Então resolvi tirar a poeira da aquarela mais uma vez. Relembrar como se estica um papel próprio para aquarela e que mesmo assim enruga com a água. Cometer muitos erros e terminar com uma aquarela terrível. Acho que existem muitas obras terríveis que são boas na verdade. Mas não foi o caso dessa aqui.

O primeiro foi ter esticado o papel com pouca água e não ter esperado o conjunto secar e se ajustar totalmente. O segundo foi não ter deixado as margens além do que foi coberto com a fita. Geralmente não consigo tirar ela sem danificar o papel. Então o melhor é cortar a área da pintura com estilete e descartar o restante. O terceiro foi usar um pincel que carrega pouca tinta pra fazer uma camada mais difusa que seria o fundo.

A fotografia que estou usando também não tem muita resolução. Então não consigo detalhar melhor o que acontece na libélula. Vou ter que usar outras referências se quiser melhorar a estrutura dela. Também acho que ela ficaria melhor se fosse pintada com o pincel seco.

O que mais me incomodou de fato foi o papel ter enrugado. Quando isso acontece as partes mais baixas acumulam mais tinta e as mais altas ficam mais claras. Nada contra usar isso a favor de algum tipo de expressão. Mas não foi o que eu esperava.

Aquarela de Cores e Linhas

De vez em quando a gente fica sem ideias, sem ânimo pra bolar algo interessante. Eu estou assim já faz alguns anos. Pensava demais e desenhava pouco. Hoje quase não faço nem um nem outro. A minha percepção da realidade mudou bastante e para pior. Nesses casos, creio que fazer exercícios de cores e linhas ajudam a gente a manter contato com a prática.

A imagem em questão é apenas um exercício descontraído onde você faz uma matriz de cores e linhas. Longas linhas de uma sequência de cor e depois repetição das cores fazendo colunas. Os traços foram por minha conta, mesmo. Realizando contrastes de ocupação da forma e sentido de linhas (ou como você quiser classificar).

Eu ainda não sei como vou levar isso aqui adiante. Sinceramente. Mas acho que seria muito interessante continuar. Talvez a abordagem que eu tenha tentando até agora não seja o ideal pra mim. Realmente… Muitas palavras sem muito significado da mesma forma que muitas frases e um rabisco de cores e linhas.

Por enquanto é isso. Vamos seguindo o mantra do dia-a-dia e deixando a mente reorganizar as coisas da forma que ela sabe.

 Dia em que eu fui fazer uma visita à Gruta da Lapinha. Foi no meio da semana e estava tudo fechado. Tive sorte de ter chegado um pessoal com um turista da República Tcheca e abriram uma rápida exceção. Foi assim que consegui entrar no museu. Foi um ótimo dia e o lugar é muito bonito. Agora tenho que voltar lá e conhecer a gruta.

Rabisco rápido e todo torto

 

Fui colorir e ferrei com tudo
Nesse feriado de 1º de Maio fiquei de frente a uma foto do cantor e compositor Belchior que havia sido impressa num jornal (O Tempo?). Resolvi dar uma rabiscada, um teste com cores primárias que indefiniram os traços apagados e depois trouxe a imagem para treinar com arte digital.  Tudo de maneira bem simples e agradável. A última versão ficou parecida com impressões antigas, que eu acho muito legal. Aproveitei pra escutar algumas músicas dele no Deezer. Foram bons momentos. Descanse em paz, Belchior. Abraços!

Estou lendo um livro sobre essencialismo e tentando colocar em prática. Tentei pensar em algo interessante que remeta ao essencial e apenas me apareceram pedras. Então comecei a viajar nos homens das cavernas, pintura rupestre e assim foi… O que eu entendi até agora é que o importante é cortar as distrações, os diversos esforços em várias áreas, várias direções e se concentrar em apenas uma. Ainda vou postar mais do livro por aqui. Tenho muita coisa a aprender. Se você quiser comprar o livro ou mesmo dar uma olhada melhor nele, pode clicar no link abaixo.
 
Livro Essencialismo – Greg McKeown http://amzn.to/2qksYNn

 

Bom dia! Esse rabisco vai com um dia de atraso e bem cru! Sem usar a borracha, sem efeitos sem cores, sem camadas. Apenas o rabisco comemorativo do Dia da Voz (16/04). A ferramenta usada foi o lápis 4B do Giuseppe Set, que na minha pequena experiência foi a sensação mais fiel de usar o objeto. Espero que gostem. Abraço!

Dia 18/04 é dia de Monteiro Lobato, um dos mais influentes escritores brasileiros. Então aqui vai o meu humilde rabisco em sua homenagem. Para saber mais sobre o escritor clique aqui.

Um desenho ultra rápido para uma páscoa super apertada! Desejo a todos uma feliz páscoa!

Hoje é o Dia do Office-Boy!

Eu já fui um assim como muita gente já foi ou ainda é. Fazia o serviço com uma motoca “pé de pano” e me sentia passeando quando o tempo estava largo. A emoção acontecia quando eu saia da empresa uns cinco minutos antes do fechamento do banco pra pagar as contas e fazer depósitos.

Algumas coisas inusitadas aconteciam de vez em quando. Certa vez um cidadão pulou na garupa da moto enquanto eu estava no trânsito e mandou eu seguir um caminhão. Eu, no desespero, obedeci porque imaginei que o sujeito estava armado e queria roubar o caminhão ou coisa do tipo. Quando alcancei o motorista o garupeiro mandou parar e eu só conseguia imaginar alguma catástrofe acontecendo. Na verdade o motorista do caminhão havia esquecido algum documento ou outra coisa que nem me lembro. O garupeiro entregou ao motorista, me agradeceu e foi embora. É mole?

Mudando de assunto. A partir de hoje pretendo postar alguns desenhos e rabiscos, sem muita pretensão, para exercitar o desenho e não esquecer de como se escreve, mesmo.

Se você caiu de paraquedas aqui, seja bem-vindo e espero que goste. Dicas, correções e críticas construtivas são muito bem-vindas também. Abraço!

 

Outra vez, outro dia sem sentido. José busca alguma coisa por um lado e por outro e não encontra nada. Apenas a necessidade de consumir produtos. Já ganhou o dinheiro de hoje, mas não sabe se vai ganhar mais ou viver de maneira melhor. Nem mesmo garante que irá usar bem o tempo que lhe resta. José ainda está perdido na imensidão do nada.