Dia da Voz (16/04)

Bom dia! Esse rabisco vai com um dia de atraso e bem cru! Sem usar a borracha, sem efeitos sem cores, sem camadas. Apenas o rabisco comemorativo do Dia da Voz (16/04). A ferramenta usada foi o lápis 4B do Giuseppe Set, que na minha pequena experiência foi a sensação mais fiel de usar o objeto. Espero que gostem. Abraço!

Dia do Office-Boy (13/04)

Hoje é o Dia do Office-Boy!

Eu já fui um assim como muita gente já foi ou ainda é. Fazia o serviço com uma motoca “pé de pano” e me sentia passeando quando o tempo estava largo. A emoção acontecia quando eu saia da empresa uns cinco minutos antes do fechamento do banco pra pagar as contas e fazer depósitos.

Algumas coisas inusitadas aconteciam de vez em quando. Certa vez um cidadão pulou na garupa da moto enquanto eu estava no trânsito e mandou eu seguir um caminhão. Eu, no desespero, obedeci porque imaginei que o sujeito estava armado e queria roubar o caminhão ou coisa do tipo. Quando alcancei o motorista o garupeiro mandou parar e eu só conseguia imaginar alguma catástrofe acontecendo. Na verdade o motorista do caminhão havia esquecido algum documento ou outra coisa que nem me lembro. O garupeiro entregou ao motorista, me agradeceu e foi embora. É mole?

Mudando de assunto. A partir de hoje pretendo postar alguns desenhos e rabiscos, sem muita pretensão, para exercitar o desenho e não esquecer de como se escreve, mesmo.

Se você caiu de paraquedas aqui, seja bem-vindo e espero que goste. Dicas, correções e críticas construtivas são muito bem-vindas também. Abraço!

 

Tudo normal, quase como sempre

Outra vez, outro dia sem sentido. José busca alguma coisa por um lado e por outro e não encontra nada. Apenas a necessidade de consumir produtos. Já ganhou o dinheiro de hoje, mas não sabe se vai ganhar mais ou viver de maneira melhor. Nem mesmo garante que irá usar bem o tempo que lhe resta. José ainda está perdido na imensidão do nada.

O Lanche, O Desenho E A Matrix

Não sei bem o que aconteceu nesses últimos instantes. Tive a impressão que o tempo “parou” e que tudo está diferente. É uma especie de sentimento de plenitude talvez.

Hoje mais cedo eu criei coragem e limpei minha mesa de “trabalho”. Por mais que exista um computador, canetas, coisas nela. Isso pareceu me trazer um pouco de paz. Logo mais resolvi rabiscar algo no computador, apenas por rabiscar. Enquanto eu rabiscava eu viajava na maionese das maioneses. Coisa rápida. Salvei e fechei o aplicativo. Tentei deitar e não consegui. Fui à cozinha preparar um hambúrguer e um chá para dormir. Tudo estava diferente. Havia uma paz imensa naquele momento e perdurou indefinidamente, mesmo depois que eu acabei de comer e tomar o chá. Eu vivi momentos “paralelos” da minha vida ou vivi minha vida real e fico o restante de tempo num mundo paralelo. Seria eu de certa forma saindo da matrix?